Nelson Almagro

Nelson Almagro

A vereadora mais votada em Londrina nestas eleições, Mara Boca Aberta (Pros), pretende ter uma relação “tranquila” com o prefeito reeleito Marcelo Belinati (PP), considerado rival político da família Boca Aberta, ao assumir seu primeiro mandato em um cargo público a partir de 2020.  

Mara Boca Aberta pretende priorizar a atuação no setor da saúde, assim como fazem seu marido, o deputado federal  Boca Aberta (Pros), e seu filho, o deputado estadual Boca Aberta Junior (Pros). Ambos formaram uma chapa para concorrer à prefeitura de Londrina e, durante a campanha, se apresentaram como opositores ferrenhos de Belinati. 

Como principal bandeira, a vereadora planeja legislar pela instalação de laboratórios nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA), como forma de agilizar o atendimento.

A partir do ano que vem, ela diz que vai contar com a ajuda do marido e do filho, e seus respectivos mandatos, para viabilizar o projeto.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Mara Boca Aberta recebeu 6192 votos, cerca de 1500 a mais do que o segundo colocado, Deivid Wisley (Pros).

Foto: Arquivo Pessoal

Rádio Almagro FM

Seis (31,57%) dos 19 vereadores da Câmara Municipal de Londrina foram reeleitos e terão mais quatro anos à frente do Legislativo: Daniele Ziober (PP), Jairo Tamura (PL), Eduardo Tominaga (DEM), Ailton Nantes (PP), Emanoel Gomes (Republicanos) e Madureira (PTB). 

O resultado foi divulgado pela Justiça Eleitoral ainda no domingo (15), quando 278.784 eleitores de Londrina compareceram aos locais de votação para escolher os parlamentares que comporão a 18ª Legislatura (2021-2024). 

Os demais vereadores que ocuparão uma cadeira no Legislativo são: Mara Boca Aberta (Pros), Deivid Wisley (Pros), Professora Flavia Cabral (PTB), Lu Oliveira (PL), Matheus Thum (PP), Lenir de Assis (PT), Jessicão (PP), Giovani Mattos (PSC), Beto Cambará (Podemos), Chavão (Patriota), Marinho (MDB), Santão (PSC) e Prof. Sonia Gimenez (PSB).

Entre os 19 eleitos, sete são mulheres (36,84%), a maior proporção da história da Câmara de Londrina. Até então, as Legislaturas com maior representatividade feminina haviam sido a 16ª (2013-2016) e a 13ª (2001-2004), com três vereadoras cada uma. Na atual Legislatura, (2017-2020) há uma mulher.

Além de apresentar projetos de leis (PLs) municipais, os vereadores podem modificar e aperfeiçoar PLs encaminhados pelo Executivo. Os parlamentares também assessoram e fiscalizam a Prefeitura. Os trabalhos da atual Legislatura se encerram no dia 20 de dezembro. Os próximos vereadores tomarão posse em 1º de janeiro de 2021.

Foto: Reprodução CML

Informações: Assessoria CML

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A Secretaria Municipal de Defesa Social, por meio da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (COMPDEC), divulgou o balanço dos atendimentos realizados após a chuva deste domingo (15). Ao todo, foram contabilizadas 21 quedas de árvores, três destelhamentos, um ponto de alagamento e uma queda de uma estrutura metálica devido ao vendaval, totalizando 26 ocorrências. 

Na ocasião, nove vias foram bloqueadas parcial ou totalmente, e os danos na rede elétrica somaram dois registros. Um balanço final apontou danos leves em 15 unidades habitacionais e três prédios públicos. Nove casas ficaram destruídas após a chuva.

De acordo com Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), o índice de precipitação acumulada entre 16 e 22 horas de domingo (15) ficou em 30mm. Equipes operacionais da prefeitura realizaram trabalho em conjunto para sinalização, segurança e corte das árvores caídas para desobstrução das vias afetadas. Também foi feita distribuição de lona.

A COMPDEC reforça que a comunidade londrinense pode colaborar com o poder público em casos de enchentes, alagamentos, deslizamentos, vendavais, quedas de árvores entre outras situações de perigo decorrentes das chuvas. A comunicação dos fatos deve ser feita para os telefones 199 (Defesa Civil Municipal) e 153 (Guarda Municipal de Londrina). 

Foto: Divulgação

Informações: Defesa Civil

Rádio Almagro FM 

Nenhum eleitor pode ser preso ou detido de hoje (10) até 48 horas após o término da votação do primeiro turno, no próximo domingo (15). A proibição de prisão cinco dias antes da eleição é determinada pelo Código Eleitoral (Lei 4737/1965), que permite a detenção nos casos de flagrante delito, sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto.

O flagrante de crime é configurado quando alguém é surpreendido cometendo uma infração ou acabou de praticá-la. De acordo com o Código de Processo Penal, se um eleitor é detido durante perseguição policial ou se é encontrado com armas ou objetos que sugiram participação em um crime recente, também há flagrante delito. 

Sentença criminal

Na segunda hipótese é admitida a prisão daqueles que têm sentença criminal condenatória por crime inafiançável, como, por exemplo, pela prática de racismo, tortura, tráfico de drogas, crimes hediondos, terrorismo ou ação de grupos armados que infringiram a Constituição.

A última exceção é para a autoridade que desobedecer o salvo-conduto. Para tanto, o juiz eleitoral ou o presidente de mesa pode expedir uma ordem específica a fim de proteger o eleitor vítima de violência ou que tenha sido ameaçado em seu direito de votar. O documento garante liberdade ao cidadão nos três dias que antecedem e nos dois dias que se seguem ao pleito. Quem desrespeitar o salvo-conduto poderá ser detido por até cinco dias.

O eleitor preso em uma dessas situações deve ser levado à presença de um juiz. Se o magistrado entender que o ato é ilegal, ele pode relaxar a prisão e punir o responsável. A proteção contra detenções durante o período eleitoral também vale para membros de mesas receptoras de votos e de justificativas, bem como para fiscais de partidos políticos.

No caso de candidatos, desde o dia 1º de novembro eles não podem ser presos, a menos que seja em flagrante ato criminoso.

Foto: Agência Brasil

Informações: Agência Brasil

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Ao amanhecer desta terça-feira (10/11) uma ocorrência, que poderia ter um final trágico, obteve um desfecho surpreendente. Por volta das 6h da manhã, um pai ligou para a Polícia Militar, em Rolândia, relatando que seu filho, um bebê de 20 dias, havia engasgado com o leite enquanto mamava e estava com as vias aéreas obstruídas.

O rádio-operador, policial responsável por despachar as ocorrências, tão logo recebeu a ligação acionou uma viatura para deslocar ao endereço repassado. No entanto, tal era o desespero do homem que ele não aguardou a chegada da viatura e levou o bebê até o batalhão. O próprio rádio-operador foi quem o atendeu. Diante do desencontro de informações e a gravidade da situação, o policial optou por fazer a Manobra de Heimlich e o bebê voltou a respirar.

Na sequência uma viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada para um exame mais detalhado das condições do recém-nascido. Por segurança, a criança para o Hospital onde foi melhor avaliada e recebeu alta e tirou foto com o Soldado Lucas Lima no 15° Batalhão em Rolândia.

Foto: Arquivo Pessoal

Informações: Polícia Militar 

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A venda da subsidiária de telecomunicações da Copel arrecadou R$ 2,39 bilhões. O Fundo Bordeaux, representado pela corretora Planner, venceu o leilão de privatização, realizado nesta segunda-feira (9) na sede da B3, em São Paulo. Com quatro investidores disputando o certame, a empresa foi vendida com ágio de 70,94%, superando em quase R$ 1 bilhão o preço mínimo estipulado, que era de R$ 1,4 bilhão por 100% das ações.

Na abertura dos envelopes, duas empresas ofereceram valor superior a R$ 2 bilhões, iniciando o leilão com ágio de mais de 50%. Na disputa por viva voz entre a Bordeaux e a Algar Soluções, a diferença do valor arrematado com o mínimo previsto superou os 70%. O recurso arrecadado retornará ao caixa da Copel e vai ampliar os investimentos da estatal na distribuição, transmissão e geração sustentável de energia.

Para o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o bom resultado demonstra a solidez da companhia e o processo de transparência que acompanhou a privatização, a primeira em 20 anos no Estado. “Este é um dia importante e emblemático para o Paraná, que depois de 20 anos retoma, com credibilidade e transparência, a privatização de parte de seus ativos”, afirmou.

Ratinho Junior destaca que o Estado prepara leilões de outros setores, como o de gás, aeroportos, pátios veiculares e concessão de rodovias. “É o pontapé de um grande pacote de modernização do Estado, que trouxe ao mercado uma empresa redonda, dentro de um setor competitivo como é o de telecomunicações”, salientou ele logo após o leilão da Copel Telecom.

“Este processo também representa uma grande oportunidade para a Copel, que passará a cumprir sua vocação e modernizar as áreas de geração, transmissão e distribuição de energia, para dar mais qualidade à energia que chega aos consumidores, seja no campo ou na cidade”, destacou Ratinho Junior “A companhia se fortalece como uma das principais empresas do setor elétrico da América Latina”, afirmou.

DESESTATIZAÇÃO – A Copel Telecom possui 100% de sua tecnologia em fibra ótica e é líder deste mercado no Paraná. A subsidiária está presente nos 399 municípios do Estado com 36 mil quilômetros de cabos que levam internet de alta velocidade a 170 mil clientes.

Com a desestatização, a empresa ganha o benefício de concorrer com regras de mercado, o que significa mais agilidade e possibilidade de ofertar novos serviços para o cliente. Os contratos atuais da subsidiária serão respeitados, incluindo todos os firmados com o Governo do Estado, que foram contratados em concorrência pública.

De acordo com o diretor-geral da subsidiária, Wendell Oliveira, o processo de venda deve ser finalizado até meados do ano que vem, depois de ser analisado por instituições como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Ele também ressaltou que os funcionários da Telecom serão incorporados por outras empresas do grupo Copel.

“Este processo está sendo feito com muita responsabilidade e transparência, por se tratar de um ativo importante, da primeira privatização depois de tanto tempo, além de ser a última grande empresa de telecomunicação a ser privatizada”, explicou Oliveira. “Há ainda um caminho longo até processo de desembarque, que passa pela homologação de órgãos como a Cade e a Anatel até chegar à assinatura definitiva do contrato, a transferência das ações e o recebimento do valor de venda”, disse.

ENERGIA – Com o desinvestimento no setor de telecomunicações, a Copel passará a concentrar seus esforços nas áreas de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, suas principais atividades. Com esse posicionamento estratégico, a companhia está se desfazendo de negócios fora do setor elétrico.

Em agosto, a estatal já tinha se desfeito de sua participação na Sercomtel, empresa de telecomunicações que opera em Londrina, no Norte do Estado, que também foi arrematada pelo Fundo Bordeaux. O próximo passo deve ser o desinvestimento na Compagás, empresa na qual a Copel detém 51% dos ativos. A distribuidora de gás canalizado conta com cerca de 47 mil clientes e 833 quilômetros de rede.

A ideia, explica o presidente da companhia, Daniel Slaviero, é focar em projetos que garantam a segurança e a eficiência energética aos seus 4,7 milhões de clientes em sua área de concessão. Para isso, a companhia tem feito, desde o início de 2019, os maiores investimentos da história em redes de distribuição de energia, na casa de R$ 1 bilhão anual.

“O sucesso deste leilão, que ficou acima da expectativa e trouxe grupos consolidados do mercado, é resultado da confiança, robustez e segurança jurídica que seguiu por todo o processo de privatização, que foi acompanhado pelos órgãos de controle”, afirmou Slaviero. “Temos uma visão de futuro para as próximas décadas, com projetos para dar mais segurança ao sistema, ampliar a base de ativos da Copel e que sejam atrativos para aumentar os retornos aos nossos acionistas, clientes e consumidores”, disse.

O principal projeto da companhia na área é o Paraná Trifásico, que já instalou, neste ano, 2.500 quilômetros de linhas no Estado. Serão 25 mil quilômetros até 2025, em um investimento total superior a R$ 2 bilhões. O reforço no sistema traz mais segurança principalmente nas áreas rurais, fortalecendo as agroindústrias e importantes cadeias de produção, como a de aves, peixes, suínos e de leite.

Em janeiro, a Copel começa a implantar o programa Rede Elétrica Inteligente, o maior do gênero no Brasil, que vai tornar o sistema da companhia o mais moderno e seguro do país. Na primeira etapa, serão investidos R$ 820 milhões para atender um terço dos clientes da empresa, que representam cerca de 1,5 milhão de unidades consumidoras.

OPORTUNIDADES  – A privatização da Copel Telecom também acompanha um movimento dentro do Governo do Estado, que conta com outros projetos que devem envolver a iniciativa privada, incluindo novas privatizações, concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs).

O Paraná terá um dos principais programas de concessões rodoviárias do País. Com previsão de ser licitado em 2021, o novo Anel de Integração deve incorporar 1,3 mil quilômetros de estradas ao trecho atual, de 2,5 mil quilômetros. Todo o processo, incluindo a modelagem, quantidade de lotes, prazos, obras e o valor da tarifa do pedágio, está sendo construído junto com o Ministério da Infraestrutura. O projeto está em fase de estudos e é elaborado pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL), em parceria com o IFC, braço de projetos do Banco Mundial.

A Compagas é outro ativo que pode passar para a iniciativa privada em razão do grande volume de recursos necessários para expandir a rede de gás no Estado. Atualmente, a companhia conta com 48 mil clientes dos segmentos residencial, comercial, industrial, veicular e geração de energia elétrica e está presente em 16 municípios, a maioria na região de Curitiba e Campos Gerais.

Empresa de economia mista, a Compagas tem como acionista majoritária a Copel, com 51% das ações, a Gaspetro, com 24,5% e a Mitsui Gás e Energia do Brasil, com 24,5%. O governo estadual trabalha para renovar a concessão federal dos serviços ofertados pela empresa e quer estimular a ampliação da distribuição para diversas regiões do Paraná.

FERROESTE – Outra oportunidade em análise é a privatização da Estrada de Ferro Paraná Oeste (Ferroeste), dentro de um projeto maior que prevê a implantação do Corredor Oeste de Exportação. O novo ramal ferroviário vai ligar o Porto de Paranaguá até a cidade de Maracaju (MS), ampliando para mais de 1,3 mil quilômetros a malha operada pela Ferroeste.

A ferrovia foi qualificada para integrar o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal, atendendo a um pedido feito pelo Governo do Estado. Com a inclusão no PPI, a União vai ajudar o Paraná com apoio técnico regulatório necessário em diversas áreas, da modelagem e meio ambiente à atração de investidores. A expectativa é colocar a Ferroeste em leilão na Bolsa de Valores (B3) até novembro de 2021, já com o EVTEA e o EIA/RIMA concluídos.

PPP – O programa de PPPs inclui a construção e gestão de presídios, como a Penitenciária Industrial de Piraquara (PIP), e a gestão de pátios veiculares, hoje sob responsabilidade do Detran-PR. Além disso, o Estado também repassou à iniciativa privada a concessão do Parque Estadual de Vila Velha. O grupo que venceu a licitação fez uma série de melhorias na unidade e pode explorar o potencial turístico do parque por um período de 30 anos.

Quatro aeroportos paranaenses integram o programa de concessões da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac): o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, além dos de Foz do Iguaçu, Londrina e Curitiba.

Imagem: AEN

PRESENÇAS – O leilão de privatização da Copel Telecom teve a presença dos presidentes do Conselho de Administração da Copel, Marcel Malczewski; do Conselho Diretor da Anatel, Leonardo Euler; e o diretor da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), Sandoval de Araújo Feitosa.

Foto: Divulgação Copel

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Segundo a Polícia Militar, os suspeitos usaram um palio prata ano 98 para assaltar um supermercado no Jardim Leonor, zona oeste de Londrina, mas o planejamento deu errado. A tentativa de roubo durou poucos minutos e eles, que se passaram por vendedores de uma empresa que produz café, saíram do local de mãos vazias.

Os suspeitos fugiram sem levar nada, mas deixaram uma pista importante que pode ajudar a polícia a localizá-los. Na fuga, um dos rapazes deixou cair um crachá. Com as imagens, a polícia pede ajuda da população para identificar os autores da tentativa de assalto.

Foto: Divulgação

Informações: Polícia Militar

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As candidatas se reuniram na frente do prédio da Justiça eleitoral com um cartaz de protesto, todas procurando uma resposta para a pergunta incluída na mensagem: onde está o dinheiro? O grupo representa 28 mulheres que se candidataram a um cargo na Câmara Municipal pela coligação PSB, PSD, PSC e DEM, que apoia Tiago Amaral para a Prefeitura de Londrina. A maioria tenta chegar ao Legislativo pela primeira vez.

A reivindicação é que a cota feminina de 30 por cento do fundo especial, regra instituída esse ano pelo tribunal superior eleitoral, ainda não foi repassada, e isso a menos de uma semana das eleições municipais. Segundo as representantes do movimento, as siglas partidárias dão informações desencontradas sobre o assunto.

sem o dinheiro, as mulheres disseram que têm contado com a ajuda de amigos e familiares para fazer campanha.

A coligação do candidato Tiago Amaral emitiu uma nota sobre assunto, veja ela na integra:

A Coligação Londrina Forte de Novo, por acreditar na transparência e no respeito com a população, vem explicar o funcionamento da distribuição de recursos eleitorais para mulheres.

Muitas mudanças ocorreram no financiamento de campanhas políticas nos últimos anos. Após a proibição de doação por empresas foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha - FEFC, um fundo público exclusivo para as eleições, distribuído para cada partido a partir de critérios já fixados.

Posteriormente, por reconhecer a grave desigualdade entre homens e mulheres em cargos políticos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que o repasse desses recursos e do Fundo Partidário deve ser proporcional ao número de mulheres que concorrem nas respectivas eleições.

A fiscalização das prestações de contas se dá de forma diferente. Enquanto a proporção dos valores do FEFC é calculada pelos diretórios nacionais dos partidos, fazendo a conta e distribuição com base nos números de todo o Brasil, o Fundo Partidário é calculado pelo órgão que doou. Dessa forma, os diretórios nacionais são os responsáveis pelo Fundo Especial e direcionam os valores previamente.

Como se percebe da prestação de contas da Coligação Londrina Forte de Novo, disponível em todas as plataformas da Justiça Eleitoral, não foi recebido qualquer valor do Fundo Partidário, tendo-se apenas os valores direcionados para a campanha majoritária.

Ainda que a eleição majoritária seja dissociada da proporcional, e que não haja coligação para as eleições proporcionais, o assunto não foi deixado de lado. Por saber da importância da pauta, da defesa de direitos e do trabalho conjunto para construir uma Londrina forte e melhor para toda a população, a Coligação tem concentrado os principais custos de campanha, como o de material gráfico. Acompanhados do contato direto com a população, é o que permite que os cidadãos realmente conheçam as propostas para a cidade.

Essa concentração otimiza os gastos, por conseguir melhores preços e um melhor uso dos recursos públicos, como também facilita uma melhor fiscalização e regularidade das prestações de contas.

A Coligação Londrina Forte de Novo mantém-se aberta ao diálogo e trabalhando diariamente por uma cidade com mais empregos, respeito, oportunidades e justiça.

Foto: Candidatas

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A família de Amanda Andrade Maturana, youtuber de Londrina que morreu aos 22 anos em um acidente de moto após fugir de uma abordagem da Polícia Militar, divulgou uma nota à imprensa.

Em nome de todos os familiares, a tia dela assina o comunicado e relata o sentimento de tristeza. A nota ainda revela que o gosto de Amanda pela velocidade era motivo de preocupação, inclusive por parte da mãe, que luta contra um câncer. 

Amanda da 160, como era conhecida, morreu na última sexta-feira no cruzamento das ruas União Soviética e Iugoslávia, na zona sul de Londrina. Em seu canal do Youtube, com mais de 73 mil inscritos e 2 milhões de visualizações, ela publicava vídeos pilotando motos.

Leia o comunicado da família sobre a morte de Amanda:

"Boa noite! Sobre a morte trágica da Amanda de Andrade Maturana. Sou a tia da Amanda, meu nome é Rosemeyre e confesso que estamos destroçados e que sua morte foi em consequência de suas escolhas, ingenuidade talvez quanto ao perigo e risco de vida quando buscamos "adrenalina" para nos dar prazer, quando a tantas formas de prazeres saudáveis na vida. 

A mãe dela luta há dois anos contra um câncer e ainda debilitada e acamada, procurava sempre chamar atenção da filha, ligava para saber onde ela estava, sempre preocupada, sempre em oração, isto incluía o pai, as irmãs, sempre preocupados. 

Peço a Deus que toque no coração dos jovens para que procurem preservar a vida, pois são egoístas quando pensam que a vida é só deles. A vida de cada um é a extensão da família. Suas escolhas podem gerar muita dor e sofrimento.

Amanda era muito especial para nós, tinha talentos imensuráveis, era muito meiga e carinhosa com todos. Que Deus nos ajude a superar esta perda. A missa de sétimo dia dela será no dia 11/11/2020 - quarta-feira na Capela Santa Isabel, Zona Leste de Londrina as 19h30".

Foto: Arquivo Pessoal

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A Polícia Civil em apoio ao Ministério Público de Francisco Beltrão prendeu um homem de 41 anos na manhã de sábado (07), suspeito de estupro de vulnerável.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito é um profissional da área da saúde, o qual – segundo apurado na investigação – teria supostamente ministrado um medicamento tranquilizante a uma paciente e, com ela inconsciente, teria praticado abusos sexuais.

Ainda conforme a polícia, além da prisão, também houve o cumprimento de mandados de busca e apreensão tanto na residência quanto no centro de especialidades em que ele atuava, oportunidade em que foram apreendidos remédios, aparelhos celulares, computadores e outros objetos que possam auxiliar para o desfecho do caso.

A investigação segue em sigilo em razão da natureza do crime e até mesmo para verificação da existência de eventuais outras vítimas.

Foto: Polícia Civil

Informações: PPNews

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